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Indigo assume estacionamento da Arena Corinthians e investe R$ 15 mi

SÃO PAULO  -  A Indigo, segunda maior operadora de estacionamentos no Brasil, assume no próximo dia 31 de maio a gestão do estacionamento da Arena Corinthians, no jogo do clube contra o América (MG), em um contrato de 10 anos. A empresa é controlada pela francesa Infra Park, que está presente em 19 países e fatura 900 milhões de euros por ano.

O plano da Indigo é investir R$ 15 milhões e elevar a capacidade do estacionamento, das atuais 2,8 mil para 3,5 mil vagas "o quanto antes", segundo o diretor de desenvolvimento da Indigo, Roque Perachi. "Vamos começar a operação com a automação do local. O estacionamento estará integrado à nossa plataforma de gestão e vendas após a Copa", afirmou o

Só partir de agosto que o estacionamento da Arena Corinthians terá a forma de comercialização das vagas ampliada e integrada à plataforma da Indigo. Hoje, apenas os detentores dos programas 'Fiel Torcedor' podem acessar as vagas -- e, mesmo assim, precisam fazer a compra no momento em que adquirem o ingresso para o jogo; se o torcedor quiser compra

"Depois que a gente integrar a gestão da Arena Corinthians em nossa plataforma, as vagas poderão ser reservadas e compradas pelo nosso aplicativo, mesmo com meses de antecedência ou na data do jogo" disse Perachi, destacando que o sócio do 'Fiel Torcedor' continuará tendo preferência.

No mundo,  a Indigo administra mais de 20 arenas esportivas, como o AT&T Center, ginásio do time de basquete San Antonio Spurs, da NBA, a City Arena, na Eslováquia, o BBVA Compass Stadium em Houston, e o Alumni Stadium, da Boston College, em Massachusetts.

A entrada da Indigo na Arena Corinthians marca o fim de uma batalha entre o clube e a atual gestora das vagas, o Omnigroup, que também é o gestor do programa sócio torcedor do Corinthians, numa disputa que se arrasta desde fevereiro de 2017.

O Omnigroup recebeu da diretoria do clube o primeiro contrato de gestão, em 2014, mas só assumiu a operação em 2015, pois não detinha a capacidade técnica para o negócio -- nesse meio tempo, chegou a terceirizar o serviço para outra empresa.

Em 2017, o clube rompeu unilateralmente o contrato,  mas o Omnigroup tentou bloquear a suspensão do acordo na Justiça, até chegar a um consenso, este ano. Procurada, a empresa, que continua gerindo o programa do sócio torcedor do clube, não quis comentar o assunto.

Segundo o diretor da Indigo, a gestão da Arena Corinthians vai acelerar a expansão da empresa no Brasil. A rede fechou 2017 com 190 mil vagas em 19 estados e faturamento de R$ 600 milhões -- o dobro da receita de 2016.

"O Estado de São Paulo já representa 50% de nosso faturamento no país e tem sido fundamental para nosso crescimento orgânico, com foco nos segmentos de shoppings, centros de eventos, hospitais e universidades", disse o diretor de desenvolvimento da Indigo, citando a Expo São Paulo, o maior centro de eventos da América Latina, cujo estacionamento, d

"Nossa meta é fechar 2018 com faturamento de R$ 800 milhões no Brasil, nosso terceiro maior mercado no mundo", disse o diretor de Negócios América do Sul, da Indigo, Loic Delcroix. "Além do crescimento orgânico estamos em busca de oportunidades de aquisição", disse o francês. Segundo Delcroix, a Indigo tem R$ 150 milhões para investir no Brasil até

Do lado do Corinthians, a mudança na concessionária do estacionamento da Arena é uma das medidas para aumentar as fontes de receita do estádio e reduzir o déficit gerado pelo serviço da dívida para construção do empreendimento.

Em 2017, o Corinthians reportou prejuízo líquido de R$ 35,1 milhões -- perda 31,2% maior que a registrada em 2016.

Na Arena, o clube obteve receita de R$ 63,8 milhões com vendas de ingressos e outros produtos e serviços, para uma despesa operacional, no estádio, de R$ 23,6 milhões. Mas os R$ 40,1 milhões líquidos obtidos pelo clube não foram suficientes para cobrir o serviço da dívida ao longo do ano, que atingiu R$ 63 milhões.

Para 2018, o orçamento do Corinthians prevê receita líquida total de R$ 285 milhões -- incluindo diretos de TV, patrocínios e negociações de atletas --, ante R$ 287 milhões em 2017.

Mas a Arena ainda vai gerar um déficit de R$  19 milhões, com o serviço da dívida. "Com essa primeira medida, no estacionamento, faremos outras para tonar a arena superavitária", disse o diretor de marketing do Corinthians, Caio Campos.

Segundo ele, o clube tem planos de criar um parque multiuso para prática de esportes radicais e shows na área externa ao estádio, nos espaços entre os estacionamentos e as bilheterias. "Queremos aumentar a circulação de pessoas em todos os dias tendo ou não jogo.  Vamos aumentar a oferta de lojas, restaurantes e bares na Arena, que possam atender e

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